Maio 6, 2012 | Minha Vida Literária
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maio
2012

Coluna da Duhau #27 – Vícios de Linguagem Parte 2

Olá, pessoas lindas do meu coração. Como vocês estão? Espero que bem. Bom, devido ao sucesso do post da semana retrasada e de alguns pedidos pra voltar com a parte dois dos vícios de linguagem, cá estou eu atendendo ao pedido dos leitores lindos do Minha Vida Literária, haha.

Ah, preciso comunicar uma coisa também. Eu e a Mi conversamos e decidimos que a Coluna da Duhau será um post/coluna sobre português/gramática. Eu já andava fazendo posts mais relacionados a isso ultimamente, mas agora é oficial: essa coluna trará dicas, regras, informações sobre nossa língua-mãe. Gostaram da novidade? Espero que sim. 🙂

Então vamos ao post!



– Plebeísmo – 

  1. Palavras, expressões e modos de dizer característicos do dialeto das classes populares, frequentemente considerados pelas classes dominantes como um linguajar vulgar. 
Exs.: “Ele era um tremendo mané!”; “Tô ferrado.”







– Prolixidade –
  1. É a exposição fastidiosa e inútil de palavras ou argumentos e à sua superabundância. É o excesso de palavras para exprimir poucas idéias. Ao texto prolixo falta objetividade, o qual quase sempre compromete a clareza e cansa o leitor.  A prevenção à prolixidade requer que se tenha atenção à concisão e precisão da mensagem. Concisão é a qualidade de dizer o máximo possível com o mínimo de palavras. Precisão é a qualidade de utilizar a palavra certa para dizer exatamente o que se quer.
E aí, vocês têm algum livro/autor que consideram prolixo?





– Eco –
  1. eco vem a ser a própria rima que ocorre quando há na frase terminações iguais ou semelhantes, provocando dissonância.
Exs.: “O aluno repetente mente alegremente.”; “Falar em desenvolvimento é pensar em alimento, saúde e educação.”









– Colisão –
  1. A repetição de uma mesma, ou semelhante consoante em várias palavras é denominada aliteração. Aliterações são preciosos recursos estilísticos quando usados com a intenção de se atingir efeito literário ou para atrair a atenção do receptor. Entretanto, quando seus usos não são intencionais ou quando causam um efeito estilístico ruim ao receptor da mensagem, a aliteração torna-se um vício de linguagem e recebe nesse contexto o nome de colisão.
Exs.:Eram comunidades camponesas com cultivos coletivos.”; “papa Paulo VI pediu a paz.”





Costumo colocar sempre 5 palavras, mas como só sobraram 4 outros vícios de linguagem desde o post passado, então dessa vez tive que diminuir uma palavra. Espero que vocês me perdoem e que, mesmo assim, tenham  gostado do post. 😀

Beijão a todos e uma ótima semana! o/


















Pri, como já havíamos conversado, fiquei muito feliz com essa alteração do foco do post! Tenho certeza que você nos trará assuntos bem úteis e interessantes, como já vinha fazendo!Acho que os vícios de hoje, pelo menos para mim, foram mais novidade! Por exemplo, não conhecia o Plebeísmo (e ri com o nome), nem a colisão. E diria que eu era uma mestra em prolixidade nas minhas provas de história, mas ai era intencional mesmo haha! 

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