novembro 11, 2012 | Minha Vida Literária
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nov
2012

Coluna da Duhau #38 – Concordância

Oi, pessoal, tudo bom com vocês? Desculpem por não ter tido coluna semana passada, mas alguns probleminhas pessoais me impediram de vir com um post bem feito pra você e, como sempre, a Mi gentilmente permitiu que a coluna fosse realocada pra hoje. ^^
Bom, o tema que pensei em trazes pra vocês dessa vez foi Concordância. Decidi não especificar nem em verbal, ou nominal. Trago algumas concordâncias mais importantes para o nosso dia a dia e que as vezes podemos nos confundir. Espero que vocês gostem do post. 😀

– Hoje faz dois anos –
Regra: Essa é a maneira correta de utilizar o verbo fazer quando o significado é de tempo decorrido ou fenômeno da natureza, pois em ambos os casos ele é impessoal, ou seja, não tem sujeito, por isso não tem com quem concordar. 
Exemplo: Faz doze semanas que não a vejo.
– Meio nervosa –
Regra: A palavra meio quando está sendo usada para intensificar adjetivo adquire o caráter de advérbio, ou seja, invariável. Quando você puder trocar meio por bem, então ele sempre será invariável.
Exemplo: Já é meio-dia e meia. (Meio-dia por se tratar da metade do dia; meia por ser metade da hora.)
– Houve problemas –
Regra: O verbo haver, no sentido de existir ou acontecer, é impessoal e por isso não tem sujeito, não tendo com quem concordar.
Exemplo: Havia promessas de novos empregos.
– Obrigadas nós –
Regra: Obrigado é adjetivo quando usado em agradecimentos, cujo significado é aquele que se sente devedor de um favor, significando, portanto, aquele que se sente obrigado a alguém por algo. Por isso, varia em número e em gênero de acordo com o contexto em que está sendo utilizado.
Sabemos que homens falam obrigado e mulheres, obrigada. Mas um homem em nome de um grupo de outras pessoas fala obrigados. Uma mulher em nome de um grupo de ambos os sexos fala obrigados, e em nome de um grupo só de mulheres fala obrigadas
E a resposta a um agradecimento? Temos o costume de as vezes falar obrigado você, mas isso está incorreto de acordo com o padrão culto da língua, já que somos nós mesmos que nos sentimos obrigados a retribuir o favor. Sendo assim, o correto é responder obrigado(a) eu.
– Zero real –
Regra: O numeral zero não representa pluralidade de elementos, e sim a total ausência de quantidade e corresponde a um conjunto vazio. Se não há pluralidade, toda concordância com esse termo da oração deve ser realizada no singular.
Exemplos: Fez zero grau  nessa madrugada.
À zero hora de 20 de fevereiro, o horário de verão se encerrou.
E aí, gostaram do tema da coluna de hoje? Espero que tenha ajudado vocês um pouquinhos, pelo menos para relembrar essa regrinhas que as vezes dão um branco na nossa cabeça, não é mesmo?
Um beijão e uma ótima semana (com feriado) a todos! o/

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