[Resenha] As Violetas de Março - Sarah Jio | Minha Vida Literária
12

abr
2013

[Resenha] As Violetas de Março – Sarah Jio

Título: As Violetas de Março
Autor: Sarah Jio
Editora: Novo Conceito
Número de Páginas: 302
Ano de Publicação: 2013
Skoob: Adicione
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Emily Taylor é uma mulher jovem e escritora de sucesso, mas não gosta muito de seu próprio livro. Também tem um casamento que parece ideal, no entanto ele acabará em divórcio.Sentindo que sua vida perdeu o propósito, Emily decide fazer as malas e passar um tempo em Bainbridge — a ilha onde morou quando menina — para tentar se reorganizar.
Enquanto busca esquecer o ex-marido e, ao mesmo tempo, arrumar material para um novo — e mais verdadeiro — livro, um antigo colega de escola e o namorado proibido da adolescência tornam-se seus companheiros frequentes. Entretanto, o melhor parceiro de Emily será um diário da década de 1940, encontrado no fundo de uma gaveta.
Com o diário em mãos, Emily sentirá o estranhamento e a comoção causados pela leitura de uma biografia misteriosa que envolve antigos habitantes da ilha e que tem muito a ver com sua própria história.
Assim como as violetas que desabrocham fora de estação para mostrar que tudo é possível, a vida de Emily Taylor poderá tomar um rumo improvável e cheio de possibilidades.

As Violetas de Março foi mais um dos livros que me conquistou nos primeiros parágrafos por conta da narrativa da autora. Minha conexão foi imediata por logo ter sentido as emoções em cada palavra escrita por Sarah Jio.
Não nego: apesar de não ter demorado a me apaixonar por sua escrita, achei que a história seria bem previsível. Quando Emily encontra o diário e começa a lê-lo, logo supus quem estaria por trás das personagens nele citadas. E, obviamente, eu me enganei. Conforme a protagonista se envolve com a história da década de 1940 através do diário por ela encontrado, mais pontos de interrogação foram surgindo em minha mente e impulsionando minha leitura para eliminá-los. Em determinado momento, eu já havia conseguido compreender parte do mistério, mas isso não modificou meu encanto pelo livro. Não fazia diferença se ele iria ou não ser surpreendente, eu apenas queria acompanhar seu desenrolar.
A história é tão linda quanto promete e, como citado, a escrita sensível da autora a tornou ainda mais bela. Foi impossível não me encantar, tanto pela história transcrita no diário quanto pela vivida por Emily. Ainda, o livro Years of Grace de Margaret Ayer Barnes, publicado em 1930 e vencedor do prêmio Pulitzer de 1931, era desconhecido por mim até esse momento e sua importância na história – a maneira com que conecta a de Emily com a do diário – fez com que eu desejasse lê-lo no instante em que terminei a leitura de As Violetas de Março.
“A comovente história contada em suas páginas, de amor, perda e aceitação, de paixões secretas e do peso dos pensamentos privados, mudou para sempre a maneira como eu via minha própria escrita. (…) Joel nunca a havia lido, e eu estava feliz com isso. Era muito íntima para compartilhar. Para mim, era como as páginas de meu diário jamais escrito”

página 12
 É difícil falar de uma obra quando ela mexe tanto conosco. Confesso que não me debulhei em lágrimas, mas me envolvi por completo com o livro, tanto por ter gostado da maneira de como a autora o desenvolveu – misturando romance com mistério, mesclando passado e presente, ficção com realidade em meio ao cenário encantador de Bainbridge Island – quanto pelo fato de ser um exemplo perfeito do tipo de história que me agrada: um grande amor, a ação do tempo e do destino, a força das escolhas em determinar e modificar seu rumo.
Foi, principalmente, a história do diário que mais me tocou. Ao mesmo tempo em que eu torcia pelas personagens, eu me irritava com suas atitudes e não pude deixar de pensar no quanto somos nós os responsáveis pelas alterações sofridas em nossas vidas por conta das escolhas que fazemos em momentos nos quais estamos tomados por nossas emoções, e no quanto infelizes coincidências também podem nos influenciar. Além disso, a escrita utilizada pela autora para criar o diário conseguiu ser ainda mais sensível do que a usada em sua narrativa.
“E então, de repente, braços me envolveram. Não vacilei ou me afastei; eu conhecia seu toque, conhecia o cheiro de sua pele, o padrão de sua respiração – eu conhecia tudo de cor.”

página 150
Acredito que não há muito mais a ser dito além disso. O livro me encantou por completo, de sua escrita ao seu enredo, e não sou capaz, nesse momento, de avaliá-lo de maneira imparcial. Se você gosta de romances intensos e ternos, que se fazem complexos por conta da humanidade de quem os vive e sente, então não deixe de ler a obra de Sarah Jio. Eu realmente espero que outras obras da autora sejam publicadas por aqui pela editora.
E não posso deixar de comentar: o quote escolhido pela autora para marcar o início de seu livro foi o de Tom Jobim, em Águas de Março: “São as águas de março fechando o verão/É a promessa de vida no teu coração”. Em inglês: “And the riverbank talks of the waters of March / It’s the end of all strain, it’s the joy in your heart”. É ou não muito amor para nós, brasileiros?




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49 Respostas para "[Resenha] As Violetas de Março – Sarah Jio"

Fabi Liberati - 12, abril 2013 às (17:19)

Mi, eu não sei o que dizer, eu amei essa capa e a sua resenha foi de matar, eu fiquei com mais vontade ainda de ler esse livro, deve ser divino, amo romances e mistérios, ta ai mais um livro que entro pra minha listinha infinita de desejados =D
Beijos flor

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Lú Miranda - 12, abril 2013 às (17:47)

Com absoluta certeza ela, juntamente com a editora, tiveram o intuito de encantar os brasileiros. Ah, pelo que li na sua resenha, esse livro eé aquele passeio que damos ao tempo, sempre alternando entre passado e presente, me corrija se eu estiver errada. Se eu estiver certa, devo dizer que adoro livros nesse estilo, acho muito legal, mas também o autor tem que saber trabalhar para nos encantar, o que ficou bem claro que você adorou a autora.
ps: Obrigada pela dica no meu blog, muito obrigada mesmo *_*

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Katrine Bernardo - 12, abril 2013 às (19:07)

Mi, sua lindona!!!! Assim que terminar A Caçada, acho que vou pegar esse para ler! Sua resenha ficou impecável, e fiquei com grandes expectativas!
Um beijo.
http://livrodagarota.blogspot.com.br/

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Vanessa Vieira - 12, abril 2013 às (19:10)

Parabéns pela resenha Aione! Estou ansiosa para ler As Violetas de Março! Beijo!

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rosi - 12, abril 2013 às (21:53)

Já estava interessada por este livro, agora depois da sua resenha me deu mais vontade de ler ele!!!! bjos

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Felipe Santos - 13, abril 2013 às (02:15)

Quando recebi esse livro não me dei conta que ele seria tão especial assim, ainda não o li, mas pelas suas palavras ele parece ser espetacular. A diagramação eu sei que é perfeita apenas pelo que folheei, mas não esperava um romance intenso que estaria dividindo o tempo em passado e presente e nem nada do tipo. Adorei a resenha e o último quote do livro que colocou. Fiquei intrigado. Valeu pela dica. – Felipe (A Hora do Livro)

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Vanessa - 13, abril 2013 às (13:02)

Depois da sua resenha eu não tenho mais dúvidas de por qual dos lançamentos da Novo Conceito eu irei começar minha leitura…não é atoa que este livro foi tão divulgado então, ele é mesmo tudo o que dizem…

Beijoks, Van – Blog do Balaio

http://balaiodelivros.blogspot.com.br/

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Lucas Kammer Orsi - 13, abril 2013 às (16:11)

Gente, depois de sua resenha, com certeza fiquei com muuuuuuuuita vontade de ler esse livro. O jeito que você falou da escrita da autora, o jeito que você falou dos personagens, tudo me conquistou na mesma hora. Confesso que pela sinopse, me lembrou um pouco Lago dos Sonhos, da Kim Edwards, mas acredito que esse seja muito melhor! Rola promoção?

Beijos
Lucas
ondeviveafantasia.blogspot.com.br

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Rafael Fernandes - 13, abril 2013 às (18:41)

O livro encantou mesmo tu, é fato que fiquei bem mais interessado pelo diário do que pela história em si. rs rs Confesso, que esse estilo de escrita me cativa, mesmo que depois de um certo tempo, gosto também quando a autora alterna passado e presente, nos deixando ver tudo, deixando nada passar. Ai, pela resenha tenho tudo parar adorar o livro Mih, nem sei mais o que falar.

Beijos.

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Brubs. - 13, abril 2013 às (19:11)

Que linda a resenha Aione…
Não tinha expectativa nenhuma com o livro, apesar de ter me apaixonado pela sinopse e só. E a sua resenha a primeira que leio e vc conseguiu transmitir a essência do livro. Parabéns.
Espero ler o livro em breve… E que lindo o quote do Tom Jobim é muito amooor mesmo!
Beijos
Brubs

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Blake - 13, abril 2013 às (21:33)

Oi flor!
Que resenha linda!
Estou louca para ler esse livro, mas ainda tenho outros na frente dele. Ainda mais porque você me deixou com mais vontade de ler! Haha

BjO
http://www.the-sook.blogspot.com.br/

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Stefani Goulart - 14, abril 2013 às (01:45)

Eu quero tanto ler esse livro!
Me interessei muito pelo enredo do livro. Adoro histórias sobre diários, pois é um lugar onde contamos muito do que sentimos e de certa forma, a protagonista lendo esse diário, irá influenciar em muitas coisas na sua vida! É ótimo saber também que a escrita de Sarah é boa, é muito bom começar um livro já sabendo que só a escrita da autora já vai influenciar muito no quanto você irá gostar do livro!

Beeijos,
iSteh

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Tais Bruna - 14, abril 2013 às (11:49)

Desses últimos livros que recebi da Novo Conceito ainda estava em dúvida em qual ler primeiro, mais depois da sua resenha acabei de me decidir por esse e espero me encantar com a história tanto quanto você se encantou.

bjs
Tais
http://www.leitorafashion.com.br

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Lili - 14, abril 2013 às (18:04)

Não sei se previsível, mas pelas tuas palavras é aquele história que me promete lágrimas e que tanto gosto. Aquele tipo que pode ser tudo que você precisa quando: quer se refugiar consigo mesma, se alegrar, chorar sozinha, aliviar a cabeça, sentir satisfação… Ou seja, aquela leitura coringa que você pode ir sem medo. Que mesmo que não seja mais inesquecível, será boa em praticamente em qualquer momento pela sua carga emocional.

Isso tudo com um toque melhor que nós duas tanto gostamos quando envolvem tão bem a realidade e complexidade de seus personagens (chamados por ti de humanidade).

Beijos,
liliescreve.blogspot.com

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Marli Carmen - 14, abril 2013 às (22:13)

Oi Aione.
Eu tinha considerado a capa bonita, mas não esperava tanto assim do livro. É a segunda resenha que leio do livro e a impressão que ficou em vcs é a mesma..de uma escrita delicada e que prende o leitor. Fiquei com muita vontadde de conhecer mais da trama…adoro essas histórias do passado hehehe

Beijinhos
http://marlicarmenescritora.blogspot.com.br/

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Lygia Netto - 15, abril 2013 às (00:50)

Oinnn!! Bela homenagem da autora para os brazucas, hein? Mas tbm, MPB é tudo de lindo! <3

Vou te falar, Mi, que achei que a história seria mt parecida com A última carta de amor, da Jojo…pela sua resenha, algumas coisas parecem semelhantes mesmo, mas acho que esse deve ser mais tocante. Não é meu gênero de leitura favorito, mas resolvi dar uma chance! 🙂

Espero me emocionar como vc na leitura! o/

Beijocas e boa semana!

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Mari ♥ - 15, abril 2013 às (01:06)

Oi Mi,
Esse livro assim que vi fiquei encantada por essa linda capa, tanto que ele será uma das minhas próximas leituras.
Uma linda homenagem pra nos com esse lindo trecho 🙂
Linda sua resenha amei.
Beijos – Blog Stories and Advice

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Vanessa Grandin - 15, abril 2013 às (11:13)

Fiquei encantada com a capa desse livro quando vi na livraria e não resisti…comprei mas ainda não li !
Adoro esse tipo de história e depois da sua resenha tenho certeza que vou adorar esse livro !!!!

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Sofia - 15, abril 2013 às (12:24)

Mi, tinha certa curiosidade a respeito do livro, não loucamente, mas sua resenha contribuiu para a vontade de lê-lo. Achei curiosa essa história do diário, parece muito boa!
Aaaai, que lindo o final da sua resenha, hehe!

Beijão

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Manu Hitz - 15, abril 2013 às (23:07)

Mi, estou lendo o livro – quase na metade – e confesso que não me envolvi logo… achei um tanto previsível, um tanto novelesco. E os sentimentos de Emily não são profundos, acho que a autora não desenvolveu bem isso – ela acaba de se separar! E logo se joga e se divide – vc sabe do q estou falando, rsrs, não quero soltar spoilers pra quem não leu.
Depois começou a melhorar, mas ainda continuo achando a Emily superficial e as velhinhas teatrais, rsrs, apesar de super fofas.

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Laura Zardo - 16, abril 2013 às (00:54)

Ainda não havia lido nenhuma resenha sobre este livro, me interessei pela sinopse quando foi lançado, mas também achei bem previsível, que bom que de algum modo te surpreende e a leitura sendo gostosa de se fazer é melhor ainda.
Um livro que impulsiona outro é tão bom!
Ai que lindo ela citando nosso Brasil com este quote incrível do Tom Jobim. Adorei!

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Julia G - 16, abril 2013 às (12:13)

Mi, que lindo *-* Dá para ver seu envolvimento por meio de suas palavras ;D Vou começar a ler esse livro hoje, fiquei ainda mais animada com isso. Acho que a Novo Conceito conseguiu se superar nesses lançamentos lindos 😀

Beijos

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Ivi Campos - 16, abril 2013 às (14:06)

Adorei a capa e a maneira como vc escreveu, o jeito como falou dos sentimentos na narrativa. Acho que é um daqueles livros que nos fazem pensar em como a ordem dos acontecimentos podem ou não influenciar nossa jornada. Emocionada!!!

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Nessa - 16, abril 2013 às (14:22)

Olá Mi! Tudo bom?
Pelo que vc descreveu a história desse livro parece ser muito linda.
Adoro histórias que mesclam passado com o presente, isso faz a gente viajar muito na leitura!
Espero ter a oportunidade de ler esse livro logo!
Bejos 😉

Responder

Fabiana Almeida - 16, abril 2013 às (16:34)

Este comentário foi removido pelo autor.

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Fabiana Almeida - 16, abril 2013 às (16:57)

Oi querida, delícia de resenha!!!!
Entrou fácil pra minha listinha!!!!

Mas não se preocupe com *imparcialidade … não somos neutros em nada. Tudo que falamos ou fazemos são carregados do que somos, das nossas experiências pessoais… nos “colocamos” no que fazemos… =)

Uauuu com referências ao nosso Tom??? Sem falar na capa, que é linda!!

Um beijo, boa terça!!!

Responder

Tiago Vieira - 16, abril 2013 às (21:15)

Este comentário foi removido pelo autor.

Responder

Tiago Vieira - 16, abril 2013 às (21:24)

Olá!
Gostei muito do livro. O fato de ter inserido na trama principal uma outra história dentro de um diário onde fatos da vida da protagonista são ligados com a do diário foram um dos pontos que me interessaram no livro. Desejo muito ler, pois procuro livros assim – que cativam os leitores e que passam uma mensagem de amor e superação.
Ótima resenha, meus parabéns.

Responder

Planet Pink - 16, abril 2013 às (21:26)

Ai Mi, quero tanto esse livro e agora você me fez querer ainda mais!!
Resenha emocionante, assim como a leitura com certeza também deve ser.

Bejinhos

Responder

Ellen - 16, abril 2013 às (22:06)

Este comentário foi removido pelo autor.

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Ellen - 16, abril 2013 às (22:10)

A narrativa parece ser mesmo ótima! Nunca li uma boa mistura de romance e mistério e pelo que foi dito na resenha parece ser um excelente livro!
Os comentários por parte da escrita do diário são positivas e achei interessante a escrita do diário inserida na história. Há uma parte na sua resenha que fala das alterações que nós mesmo causamos por meio de decisões tomadas quando estamos incentivados por uma emoção, e isso pode nos trazer realmente consequências ruins.
Confesso que o conhecia apenas de vista, sem muito interesse,mas agora meu desejo foi despertado! Hahahaha!
E olha só, Tom Jobim como quote escolhido pela autora!

Adorei, ansiosa para ler ele!
Beijos!

Responder

Ceile - 17, abril 2013 às (02:23)

Ahhh, eu li esta frase do Tom Jobim (mas na minha cabeça cantei com a voz do Fagner haha), mas não lembrava que era deste livro. Fiquei encantada com a referência, mas só li isso =(
Que bom que a leitura foi prazerosa pra vc, espero gostar. Adoro livros que contém diários, só aumenta a sensação de intimidade com os protagonistas.

Eu gostei deste segundo quote – também gosto de histórias de amor com tudo o que tem direito (só não gosto quando exageram nos termos hahaha).

Beijo!

Responder

Ademar Júnior - 18, abril 2013 às (01:59)

Oi Mi,
Eu adorei a resenha, quero ler As Violetas de Março muito em breve. Se bem que a resenha dele no blog vai ser feita pelo Mailson, então você verá por lá a opinião dele e não a minha. Mas de qualquer forma eu gostei preliminarmente da ideia da protagonista ser uma escritora. Eu gosto muito de história sobre livros e escritores.
O kit da Novo Conceito para o livro ficou lindo. Eu também curti muito o Hangout de hoje com a Sarah Jio, imagino que você também tenha assisto. Por falar nisso só lembrei de você quando eles anunciaram que o próximo será com a Kristin Hannah, sei que você curtiu muito um livro dela publicado pela Arqueiro!

Beijão

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Stephanie Remohi - 18, abril 2013 às (12:20)

Achei muito legal a autora envolver duas histórias em uma só, passado e presente juntos. É inevitável que a personagem passe pelas emoções contadas no diário, e ainda mais a vivência do século, é o mesmo que acontece conosco ao ler um livro. Sem contar nos mistérios que faz, tanto a personagem como nós, nos surpreendermos. Tenho certeza que o livro é muito bem contado e quero muito lê-lo.

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Amanda Péres - 19, abril 2013 às (03:01)

Sem palavras… resenha linda, feita com emoção!
Acho legal quando tem 2 histórias no mesmo livro… já li livro assim e gostei!
Quero muito ler o livro e espero gostar tanto quanto de resenhas positivas que tenho visto na blogosfera. 😉

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Lindsay Leão - 19, abril 2013 às (21:55)

Oi Mi,
Esse livro parece ser muito bom. Também pudera né, a Novo Conceito só lança coisa boa!
Mas, falando especificamente de “As Violetas de Março”, acredito que seja o tipo de romance
cheio de reviravoltas e segredos. Sua resenha emocionante definitivamente me fisgou, espero
gostar do livro tanto quanto você.
Beijos

Responder

Carol - 21, abril 2013 às (22:28)

Não tinha lido uma resenha tão boa desse livro, até agora.
E eu que não tinha tido nenhuma vontade de ler, fiquei totalmente afim, e já coloquei na minha listinha de desejados.
Eu quero!!!!!!!!!!!!1

bjus
terradecarol.blogspot.com

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Cinthia Oshiro - 23, abril 2013 às (00:25)

Eu também quero começar a ler o livro e me apaixonar pelo primeiros parágrafos. Uma história bem tocante e emocionante. espero também me apaixonar pelo livro 🙂

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Natália. - 26, abril 2013 às (03:40)

Quero ler o livro, gostei bastante da resenha 🙂
Parabéns!

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Geovanna Ferreira - 27, abril 2013 às (18:02)

Amo livros sensíveis, comovente, ainda mais aqueles que são no passado! #GeovannaMuseu kkk senti uma vibe A casa das orquídeas, procede dona Mí?

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Gladys Sena - 28, abril 2013 às (21:51)

Quero conhecer a escrita da Sarah. Já li vários comentários positivos.
Fiquei curiosa com esse mistério. Curto essa temática e acredito que vou gostar dessa trama, 😉

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Elaine André - 29, abril 2013 às (13:49)

Ah que incrível, eu vi esse livro no post 2 em 1 e já fiquei encantada… Agora dps dessa resenha só tem um coisa que eu posso dizer: Eu preciso ler este livro…
Amo amo amo livros que tem diários, acho que é uma narrativa tão profunda, você sabe e entende os sentimentos dos personagens. O envolvimento é completamente diferente.
E creio que a história tenha ficado ainda mais interessante por ter sido um diário encontrado.
*____*
Estou encantada, está virando prioridade na minha wishlist.

Beijos flor 😉

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Renata Kerolin - 30, abril 2013 às (04:57)

Só pela capa já me encantei por esse livro.
É linda *-*
E depois de ler a resenha é, eu preciso ler esse livro agora.
Parece ser emocionante,

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Fernanda Faria - 01, maio 2013 às (02:04)

Desde que eu participei do Hangout organizado pela NC fiquei desejando muito esse livro, imensamente. A autora é super simpática e o enredo parece ser ótimo. Adorei essa capa.

Responder

Kimberly Carolinne - 01, maio 2013 às (19:29)

No começo não gostei muito da capa, mas depois que li a resenha, achei que ela tem muito a ver com o livro. A historia parece prender o leitor, e a autora parece não enrolar muito na narrativa, isso é bom porque não gosto quando os autores enrolam muito pois desanima o leitor. Particularmente gostei muito do livro.

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nick - 02, maio 2013 às (03:04)

Está de parabéns, pela resenha, fiquei mais curiosa ainda para ler!!!

Responder

Giovanna Appel - 02, maio 2013 às (16:46)

Por não ser brasileira, mas começar com uma frase de um brasileiro, já gostei 🙂
Adoro livros que me emocionem, e como você disse que chorou o livro deve ser bom, pois você só chora se a história te cativa e você entra nela.
O legal de livros que você acha que descobriu o final mas não descobriu, é que percebemos que a autora sabe escrever e fazer um “mistério” com a história.
Adorei a resenha e quero muito ler ele!!!!!

Responder

Amanda - 03, junho 2013 às (16:03)

Aione, arrasou na resenha! Fiquei ainda mais com vontade de lê-lo!

Bjao

Responder

Thalia - 12, julho 2016 às (02:37)

é meu livro preferido, que por coincidência (ou não) li em março e num momento que eu precisava. Assim como a ilha chamou Emily, esse livro me chamou

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