[Livros na Telona] A Mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger | Minha Vida Literária
12

jun
2013

[Livros na Telona] A Mulher do Viajante no Tempo – Audrey Niffenegger

Livros Na Telona é uma coluna na qual analiso filmes que foram baseados em livros!

Sobre o Livro

Título: A Mulher do Viajante do Tempo
Autor: Audrey Niffenegger
Editora: Suma de Letras
Número de Páginas: 496
Ano de Publicação: 2009
Skoob: Adicione
Compare e Compre: Buscapé

Quando vi Te Amarei Para Sempre pela primeira vez, não fazia ideia de que ele era baseado em um livro. Esperei me apaixonar pelo filme, mas isso não aconteceu. De certa forma, achei tudo um pouco superficial, uma história intensa, mas que não conseguiu me envolver, como se houvesse faltado pedaços para conectar os acontecimentos. Ao descobrir que ele foi baseado em A Mulher do Viajante do Tempo, tudo fez sentido, afinal, o livro certamente preencheria os espaços dos quais senti falta. Acertei em cheio.
Henry tem um distúrbio genético que o faz viajar no tempo. Assim, Clare o conhece quando tem 6 anos e ele 36, e passa toda sua infância e adolescência recebendo suas visitas, sempre o vendo com idades diferentes, até que ele a conhece, de fato, aos 28 anos, quando ela tem 20.
Em partes, confesso que cheguei a questionar o amor de Henry por Clare. É fácil de compreender o dela por ele, afinal, ela cresce ao lado dele. Contudo, quando ele a conhece, ela já tem toda uma bagagem histórica com ele, enquanto ele não faz a menor ideia de quem ela seja. É claro que o fato de conhecer sua condição tem grande peso nesse momento, mas parte do encantamento se perdeu, para mim, por ele aceitar o relacionamento por já saber que ele acontecerá, e não por querer que ele aconteça. E esse é exatamente um dos questionamentos, inclusive dos personagens, ao longo de toda a história. O próprio Henry chega a dizer, em muitos momentos, que causa e efeito se perdem em sua situação.
Passado esse momento, é impossível não se envolver com as personagens e com a história vivida por elas. As viagens no tempo não apenas fazem da leitura mais interessante – embora confusa, caso você não esteja atento -, como intensificam a questão da passagem do tempo cronológico, ao mesmo tempo em que a elimina por completo. É interessante ver como o peso do que vivem afeta as personagens, já que é possível comparar suas versões mais velhas com as mais novas em várias cenas, enquanto também é belíssimo acompanhar o quanto um sentimento verdadeiro é atemporal. Também, torna mais interessante ler sobre a vida de Henry e tudo o que há de melhor e pior de se estar em sua condição.
“Quando estou em outro tempo, estou invertido, transformado numa versão desesperada de mim. Viro um ladrão, um andarilho, um bicho que corre e se esconde. Assusto velhas e assombro crianças. Sou um truque, uma ilusão da mais alta ordem. É incrível eu ser mesmo real.”
página 11
A escrita de Audrey Niffengger me surpreendeu. Primeiro por ser estritamente ligada aos pensamentos das personagens e, assim, por representá-los por meio de frases mais longas, sem tantas pausas, como pensamentos fluindo de uns para os outros. Também, sua escrita consegue ser ao mesmo tempo crua e poética, bem humorada e intensa. Muitas vezes há palavras secas, inclusive mais rudes, e outros trechos sensíveis e delicados, trabalhados como em um poema. E, na mesma proporção em que ri com muitos trechos, me debulhei em lágrimas ao finalizar a leitura.
“- Eu o amo. Ele é a minha vida. Ando esperando por ele a vida inteira e, agora, ele está aqui. – Não sei como explicar. – Com Henry, vejo tudo estendido, como um mapa, passado e futuro, tudo de uma vez, feito um anjo… – Balanço a cabeça. Não sei dizer com palavras. – Posso chegar nele e tocar no tempo… ele me ama. Nos casamos porque… somos parte um do outro … – Vacilo. – Já aconteceu. Tudo de uma vez. – Espio Gomez para ver se o que eu disse fez algum sentido.”
página 146
Um ponto interessantíssimo é que a maioria dos acontecimentos já é contada de antemão. Assim, ao longo da história, o leitor pode acompanhar como cada um deles acontece e a surpresa não está no acontecimento em si, mas quando ele será contado. Mais uma vantagem das viagens no tempo. Inclusive, muitos foram apenas superficialmente citados e eu achei que não seriam revelados com maior profundidade, o que só aumentava minha surpresa conforme eles aconteciam. Notei, também, que mesmo quando está descrevendo uma cena, a autora, às vezes, mais a sugere do que descreve. Nem sempre ela conta ao leitor com todas as letras o que está acontecendo, embora isso fique claro com a leitura.
Foi impossível finalizar o livro sem adicioná-lo a minha lista de favoritos. A história é sensível e intensa não pelas viagens em si, mas pelo que as personagens constroem. As viagens foram um artifício – muito positivo, por sinal – para contar a história da vida em conjunto de Henry e Clare, e isso é, sem dúvida, a verdadeira razão para que ela seja tão bela.
Sobre o Filme
Dessa vez, por estar carregada pela carga emocional da história de Henry e Clare, minha experiência com Te Amarei Para Sempre foi melhor do que a primeira.
O filme é claramente muito mais superficial do que o livro, em partes porque seria impossível transmitir toda a complexidade da história no pouco tempo da adaptação. Aliás, compreendi o porquê dela ter me parecido tão superficial da primeira vez: tudo transcorre rápido demais, já que o filme é curto, tendo em torno de 80 minutos de duração.
Sendo assim, muitas cenas foram modificadas ou condensadas para criar o roteiro. Inclusive, foram incluídas brigas e discussões inexistentes no original para que pudesse ser transmitida com maior clareza a dificuldade da posição de Clare como esposa de um viajante do tempo, o que, ao meu ver, acabou por modificar suas atitudes com relação às do livro. Ainda, o foco do roteiro ficou completamente centrado no casal, sendo que muitos acontecimentos envolvendo as demais personagens foram cortados, bem como muitas personagens deixaram de existir na adaptação. Ainda sobre as modificações, eu não me recordava da cena final e fiquei decepcionada por não ter sido a mesma do livro. Contudo, embora tenha sido diferente, conseguiu manter a mesma essência.
Com exceção de Gomez, melhor amigo de Clare e Henry, e Alba, todos os atores fizeram jus ao que imaginei dos personagens. Rachel McAdams era a única que eu recordava estar no filme, então, em partes, foi difícil imaginar Clare de outra maneira enquanto eu lia. De Eric Bana, por sua vez, eu nada recordava, e acredito que ele esteve perfeitamente como Henry, suas características físicas são bastante semelhantes ao descrito por Audrey e em momento algum achei sua personalidade destoante da original. Como já citei, apenas estranhei Clare em alguns momentos por causa das cenas criadas para indicar as dificuldades de sua relação com Henry, que puderam ser representadas de outra forma no livro, inclusive pelo relato direto de suas emoções, devido à narrativa em primeira pessoa.
Considerando toda a complexidade da história, assumo que achei Te Amarei Para Sempre uma boa adaptação, porque seria impossível ser completamente fiel no pouco tempo existente para ela. Dentro do que era possível, acredito que tenha sido feito o melhor, mas o filme está longe de adquirir a mesma carga emocional do livro e o mesmo grau de desenvolvimento; ele é certamente inferior e funciona bem como complemento a ele. Aos apreciadores de um bom romance, leitura mais do que indicada, é praticamente obrigatória. O filme, por sua vez, fica a critério de quem quiser assisti-lo.
Confira o trailer do filme!





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26 Respostas para "[Livros na Telona] A Mulher do Viajante no Tempo – Audrey Niffenegger"

Fabi Liberati - 12, junho 2013 às (14:28)

Mii, eu já assisti ao filme e achei lindo (até chorei), quanto ao livro eu ainda não li, na verdade não sabia que era adaptação. Se o filme já me emocionou tanto imagina o livro.
Livros realmente passam uma carga maior de emoção e sentimentos, dever ser lindo e triste ao mesmo tempo, deve ser fantástico. É claro que vou ler =D
Beijos Flor

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Geovanna Ferreira - 12, junho 2013 às (15:30)

Vi esse filme faz um tempinho já, no início tive dificuldade para entender e acompanhar a histórias, mas no fim achei a história super bonita e original! Ah, com certeza livros são sempre melhores que seus filmes, a essência, a narrativa, até o psicológico dos personagens está sempre é nas páginas!

Bjooca Mi!

Garota das letras – http://garotadasletras.blogspot.com

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Mi - 12, junho 2013 às (15:41)

Sempre ouço elogios à esse livro, e honestamente não tenho ideia porque ainda não o li, sou fã de viagens no tempo e tenho o pressentimento que ia me apaixonar pela história, já coloquei na minha wishlist!

Beijos
letrasecupcakes.blogspot.com

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Ana Luisa - 12, junho 2013 às (16:04)

Eu já tinha assistido o filme, mas não sabia que tinha o livro. Adorei sua resenha e fiquei mega curiosa em ler. Será minha próxima leitura.

Beijos
Ana

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Carol - 12, junho 2013 às (16:06)

Sou doida de vontade de ler esse livro, mas cadê encontrar ele num preço acessível? Aff
E só vou assistir depois que ler.
Postagem interessantíssima!!

bjus
terradecarol.blogspot.com

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Aline Rodrigues - 12, junho 2013 às (17:04)

Oi Aione, eu assisti esse filme um tempo atrás… me emocionei muito, não sabia que era adaptação.
Sem sombra de dúvida vou querer o livro.
Bjos

Relíquias
http://reliquiasaline.blogspot.com.br/

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Lili - 12, junho 2013 às (18:02)

Já sabes porque já lesse o que escrevi sobre o filme e depois sobre o livro.
Ambos me encantaram. Eu não sabia também da relação, e enquanto assistia vinha a certeza de que aquela história só poderia ser daquele livro que eu ansiava por ler, por seu título tão belo.

Eu simplesmente fiquei apaixonada pela história.
Quando li a frase em “As vantagens de ser invisível” que se refere a todo livro ser meu preferido logo que o li, até ser substituído por outro. Bom, me sinto assim, querendo dar uma atenção especial a todos meus favoritos e me enrolar nas cobertas com ele e poder ler todos eles de novo ao mesmo tempo.

Com esse foi assim. Eu queria me ferir com Henry e Clare, porque era tão profunda a história deles. Não queria que jamais acabasse, como o eterno ciclo que Audrey criou para Henry. Uma vida constante que oscila entre passado e futuro e presente sem um real fim.

Não lembro exatamente do fim do filme, talvez porque o do livro tenha me marcado tanto que o substituiu. Só lembro que havia a mesma premissa, porque enquanto lia, eu também temia pelo momento que viria.

Com certeza foi pouco explorado os personagens secundários, mas seria ruim se o fizessem. Porque a história é muito complexa para um ritmo de cinema. Colocar mais informação iria criar um pandemônio.

No entanto, as brigas entre eles na versão das telas me agrada. Há uma aflição na Clare do papel. E acho que ela coloca isso pouco para fora. Parece que ela sufoca em si mesma a maior parte do tempo.
A Clare da tela explode. E me parece mais real, talvez por se parecer mais comigo mesma. Além de achar especial essa relação, com um pensamento que me ocorreu durante o filme e que minutos depois eu vir ser expresso no roteiro.
É sempre Clare a esperar por Henry. Henry dificilmente espera, ele está sempre correndo. E chega a cena em que ele espera por ela, mostrando que mesmo naquela confusão, há um companheirismo na inversão de papéis.

Concordo contigo sobre a poética da escrita. Que é dura e suave em alternância. Vulgar e romântica.
Porém eu jamais me incomodei com a comodidade de Henry em aceitar Clare. Eu vejo alguém que vivia numa confusão, sem rumo, triste, se acabando e buscando um modo de escapar.
Surge Clare, uma mulher lindissima, interessada nele (e ele é um rapaz de 28 anos, um homem que ainda é praticamente só hormônios) e que se torna um porto seguro. Ela sabe dele, não teme, ela sustenta.
Sabe a música “demorei muito para te encontrar, agora eu quero só você”? É a sensação que eu tenho que o Henry sentiu. Ele sentia que vivia um castigo. Só que de repente ele ganhou um presente, um sopro de alívio (jovem, linda, com peitos, apaixonada por ele) e quando se deu conta, ele tinha certeza de que não podia querer outro alguém.

liliescreve.blogspot.com

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Vanessa Meiser - 12, junho 2013 às (18:44)

Eu vi o filme depois de ter lido o livro e na hora achei que sem ter lido a história eu não teria entendido nada no filme, teria ficado muito perdida, daí me peguei imaginando aqueles que não costumam ler mas adoram ver filmes, penso que devem ter ficado ‘boiando’ com esta trama, graças a Deus eu li esta história tão linda e tão bem elaborada, este foi o único livro da autora que eu tive o prazer de ler, mas bastou para ter a certeza de que é ela é fera!

Vanessa Meiser

Blog do Balaio

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cristiane - 12, junho 2013 às (20:33)

Um dos meus filmes e livros prediletos! Amo esse livro, choro horrores com o filme. Nem sei mais porque choro com ele, mas toda vez que veja (e já cansei de ver) é a mesma angustia. Tão bonito! Adoro demais, é uma ótima dica.

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Vânia Gama - 12, junho 2013 às (21:47)

não sei porque os diretores dos filmes não são fiéis aos livros que se baseiam! Sempre acabo me decepcionando por faltar alguns fatos importantes para o desenrolar da história…
fiquei bem curiosa para ver esse filme e ler o livro para poder comprar os dois hshs
beijos

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Lucas Goulart Duarte - 12, junho 2013 às (23:12)

Vi umas partes desse filme quando minha irmã estava assistindo. Fiquei de assistir dps, mas nunca mais :
Gostei desse post. Provavelmente vou fazer isso agr e talvez dps ler o livro 🙂

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Luna Hybla - 12, junho 2013 às (23:38)

Oi Aione!
As viagens no tempo sempre tornam tudo mais interessante, tanto no filme qt no livro. Naturalmente as adaptações, com poucas exceções, são inferiores aos livros que sempre ganham nesse quesito, uma vez que dispomos de uma afinidade cultural que é difícil estabelecer em 2 hs, especialmente se o tema é mais complexo e há dificuldade em acompanhar a narrativa.
A escrita é como vc diz perfeita, super recomendada, e passeia entre o realismo e a poesia perfeitamente, estabelecendo vínculo afetivo atemporal.
Apesar da complexidade do enredo foi uma boa adaptação.

bjs

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○•Marcelinho•○ - 13, junho 2013 às (01:11)

Já assisti o filme, linda historia, gostei muito, e gostei muito dos atores principais, principalmente a atriz… e eu adoro o tema viagem no tempo, e modo como ele foi retratado eu amei… estou louco para ler o livro ja que ele bem mais profundo q o filme e tenho certeza que vou adorar…
bjs Aione!

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Aline Gonçalves - 13, junho 2013 às (03:03)

Eu assisti o filme e assim como você não fazia ideia de que era baseado em um livro. Realmente o filme não aprofunda muito sobre os motivos que levam a viagem no tempo, mas eu gostei muito do enredo mesmo assim.
Já vou colocar o livro na minha lista pra Bienal..rs

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Julia G - 13, junho 2013 às (13:38)

Oi Mi, eu assisti o filme logo que foi lançado, e lembro que tinha gostado da história, só não havia sido arrabatador. O livro me arrastou de uma maneira única, e também se tornou meu favorito. Também questionei um pouco o amor de Henry quando ele conheceu Clare, tive o mesmo pensamento dela de que ele não era o Henry dela, mas foi tudo se transformando de uma forma tão linda 😉
Amei, e indico para todos que querem ler algo tocante e diferente.

Beijos

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Pamela Liu - 13, junho 2013 às (21:38)

Eu adorei o livro A mulher do viajante no tempo, mas ainda não assisti a sua adaptação ao cinema.
Tenho um pouco de receio de ver adaptações, pois é bem difícil captar a essência dos personagens, seus sentimentos, além de ter algumas cenas modificadas.

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Thaynara ribeiro - 14, junho 2013 às (01:30)

Já conhecia o livro mas não o filme!!!
Gostei muito dos dois! Acho q vou ver o filme primeiro!!
Parece ser uma linda história! Fiquei bem curiosa!

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Amanda T. - 14, junho 2013 às (03:07)

Olá! Já vi o filme, mas não li o livro ainda! Mas enfim, tá na listinha, mas não é prioridade!

Beijokas
escolhasliterarias.blogspot.com.br

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Tais Bruna - 15, junho 2013 às (18:17)

Eu infelizmente não tive a oportunidade de ler o livro ainda, mais já assisti o filme e amei.
Achei a história linda e chorei bastante mais entendo que ele seja bem inferior ao livro como quase sempre acontece com adaptações.
Espero poder ler o livro um dia.

bjs
Tais
http://www.leitorafashion.com.br

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Naty - 16, junho 2013 às (21:16)

Eu também não sabia que o filme era baseado no livro apesar de já ter visto a capa dele milhares de vezes.
Eu gostei do filme, apesar de também sentir que faltou alguma coisa. Como você disse, acho que ficou muito superficial, tudo aconteceu muito rápido.
O livro já está na minha lista de desejados, espero conseguir ler ele esse ano ainda.

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Manu Hitz - 17, junho 2013 às (20:05)

Ai, Aione, ainda não li o livro e só me interessei por ele depois do filme. COmo vc, tb não sabia que havia um livro da história, que, sabemos bem, sempre é melhor que a versão telona…
Se já gosto do filme, sofro com eles, adoro aquele amor improvável e quase impossível, o que dizer do livro? Ainda não li, recebi semana passada e todos se referem a essa leitura com muito carinho. Pena que já sei o final, então, sei qu vou sofrer mais ainda… Mas como é lindo!

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Folhas de Sonhos artesanatos - 22, junho 2013 às (03:14)

Eu tenho mt vontade de ler esse livro, mas nem sabia que tinha filme! Imagino mesmo que o filme seja mais supercial à história, geralmente acaba acontecendo isso. Acho a capa do livro mt linda, tão sutil.

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Sarah - 24, junho 2013 às (17:52)

Parece ser um filme fofo e o livro mais ainda.Fiquei curiosa,acho que sempre os livros são melhores mais acho que vou começar vendo o filme pois prefiro ver a reação dos personagens ao imaginar!

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Naty - 30, junho 2013 às (19:06)

Assisti esse filme sem saber que era uma adaptação. Achei lindo e chorei horrores. Vou procurar o livro e reviver a história com mais intensidade. bjs

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Luana Ludmila - 18, julho 2013 às (18:11)

Olá. meninas!!
Eu estou apaixonadíssima pela narrativa. A Clare é maravilhosa. Tem um trecho que não lembro a pág. Foi quando ele foi apresentá-la a kimy e seu pai. Quando o pai dele fala um monte coisas nada positivas e a indaga por que ela uma moça linda e rica se interessou por um cara como tal…e ela responde secamante: por que ele é muito, muito bom de cama…Adorei!! Mas toda a história é digna do título. Virei tiete. Bjs

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Talita Santos - 20, agosto 2014 às (19:57)

Também achei o filme muito superficial, muito água com açúcar. Não gostei da atuação da Rachel McAdams (não gosto dessa atriz, por isso fico com o pé atrás quando ela está em um filme). Mas o livro é muito bom. O livro vale a pena, o filme não.

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