Arquivos Editora Companhia das Letras | Minha Vida Literária
18

jan
2017

[Lançamentos] Lançamentos do Mês || Janeiro (2017)

Oi gente!

O ano está começando e as editoras ainda estão se aquecendo em termos de lançamentos, então nem todas trazem novidades esse mês. Mas vamos conferir alguns títulos que ou já chegaram às livrarias ou podem ainda estar/entrar em pré-venda em janeiro?

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27

dez
2016

[Resenha] Diários – Susan Sontag

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Título: Diários
Autor: Susan Sontag
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 344
Ano de Publicação: 2009
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No presente volume dos Diários de Susan Sontag, a futura autora de enorme prestígio internacional detalha seus pensamentos, seu impressionante volume de leituras, seus movimentos no dia a dia e as relações que a levariam a repensar em profundidade suas noções de sexo, amor e parentesco, tudo isso antes dos trinta anos. “Quem inventou o casamento era um torturador astuto. É uma instituição destina-da a embotar os sentimentos.” Reflexões agudas como essa, entre a amargura e a ironia, fazem parte da matéria-prima destes Diários, espécie de buraco da fechadura privilegia-do por onde se enxerga a intimidade mental e existencial dos anos de juventude de uma das intelectuais mais influentes da América do pós-guerra. Selecionados por seu filho David Ri-eff depois da morte da autora, os trechos ora pu-blicados exibem um foco te-mático irrequieto que se desloca num caleidoscópio de assuntos da esfera pessoal e cul-tural. A par do seu vasto itinerário de leituras e experiências de fruição artística, presen-ciamos aqui, em registro confessional, a descoberta adolescente da sexualidade, as vi-vências como caloura precoce na Universidade da Califórnia, onde ingressou aos dezes-seis anos, o breve casamento aos dezoito com seu professor Philip Rieff e as duas gran-des relações amorosas mantidas com mulheres na sua fase de jovem adulta. Os Diários nos transportam, enfim, para o denso e rico mundo mental de uma jovem Susan Sontag em plena batalha diária para se tornar Susan Sontag.

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01

dez
2016

[Vídeo Resenha] Bridget Jones: Louca pelo garoto – Helen Fielding

louca-pelo-garoto-helen-fielding-minha-vida-literariaTítulo: Bridget Jones: Louca pelo garoto
Autor: Helen Fielding
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 432
Ano de Publicação: 2013
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Catorze anos após o último livro, Helen Fielding nos apresenta uma nova e completamente fascinante fase na vida de Bridget Jones. Em seus 50 anos, viúva, mãe de dois filhos, Bridget retoma seu diário abandonado e se mostra ainda mais viva – e ativa – do que nunca. O tempo se encarregou de trazer a sua vida outros dramas e dilemas, mas não levou embora seu jeito estabanado e a personalidade luminosa sem a qual ela não poderia enfrentar os momentos comoventes que a aguardam.

Sem descuidar da balança e mantendo-se longe dos cigarros, agora ela precisa se preocupar com sites de relacionamentos, número de seguidores no Twitter e os perigos de trocar mensagens de texto depois de algumas taças de vinho. Ainda às voltas com os amores, Bridget tropeça em novas confusões e tenta em vão se esquivar das gafes que ajudaram a consagrá-la como uma das personagens mais divertidas da literatura feminina, enquanto figuras antigas e recentes desfilam por sua vida – sobretudo um garoto misterioso que vem para balançar seriamente suas certezas.

 

RESENHA EM VÍDEO


30

nov
2016

[Resenha] Enclausurado – Ian McEwan

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Título: Enclausurado
Autor: Ian McEwan
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 200
Ano de Publicação: 2016
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O narrador deste livro é nada menos do que um feto. Enclausurado na barriga da mãe, ele escuta os planos da progenitora para, em conluio com seu amante — que é também tio do bebê —, assassinar o marido. Apesar do eco evidente nas tragédias de Shakespeare, este livro de McEwan é uma joia do humor e da narrativa fantástica. Em sua aparente simplicidade, Enclausurado é uma amostra sintética e divertida do impressionante domínio narrativo de McEwan, um dos maiores escritores da atualidade.

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16

nov
2016

[Lançamentos] Lançamentos do Mês || Novembro (2016)

Oi gente!

Vamos conferir alguns dos lançamentos editoriais de novembro, seguidos dos meus breves – ou não tão breves – comentários sobre eles?

Lembrando que alguns dos títulos podem ainda estar/entrar em pré-venda!

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07

out
2016

[Resenha] The 42nd St. Band – Renato Russo

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Título: The 42nd St. Band. Romance de Uma Banda Imaginária
Autor: Renato Russo
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 216
Ano de Publicação: 2016
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Entre os quinze e os dezesseis anos, enquanto convalescia de epifisiólise (rara doença óssea), Renato Russo — à época, ainda chamado Renato Manfredini Jr., em Brasília — criou a história de um grupo de rock formado em 1974, em Londres, a partir do encontro de ícones como Mick Taylor, dos Rolling Stones, e outros roqueiros imaginados pelo futuro líder da Legião Urbana. Da origem à separação da banda, passando por momentos de sucesso astronômico, Renato pensou em cada detalhe. A partir do personagem Eric Russell, figura central da 42nd St. Band, nasceria Renato Russo, um dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos, que tem, portanto, sua gênese revelada neste estrondoso romance inédito.

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20

set
2016

[Resenha] Poética – Ana Cristina Cesar

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Título: Poética
Autor: Ana Cristina Cesar
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 503
Ano de Publicação: 2013
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Ana Cristina Cesar deixou em sua breve passagem pela literatura brasileira do século XX uma marca indelével. Tornou-se uma das mais impor-tantes representantes da poesia marginal que florescia na década de 1970, justamente pela singularidade que a distanciava das ‘leis do grupo’. Criou uma dicção muito própria, que conjugava a prosa e a poesia, o pop e a alta literatura, o íntimo e o universal, o masculino e o feminino – pois a mulher moderna e liberta, capaz de falar abertamente de seu corpo e de sua sexualidade, derramava-se numa delicadeza que podia conflitar, na visão dos desavisados, com o feminismo enérgico, característico da época. Entre frag-mentos de diário, cartas fictícias, cadernos de viagem, sumários arrojados, textos em prosa e poemas líricos, Ana Cristina fascinava e seduzia seus interlocutores, num per-manente jogo de velar e desvelar. ‘Cenas de abril’, ‘Correspondência completa’, ‘Luvas de pelica’, ‘A teus pés’, ‘Inéditos e dispersos’, ‘Antigos e soltos’ – livros fora de catálogo há décadas estão agora novamente disponíveis ao público leitor, enriquecidos por uma seção de poemas inéditos, um posfácio de Viviana Bosi e um farto apêndice. A curado-ria editorial e a apresentação couberam ao também poeta, grande amigo e depositário, por muitos anos, dos escritos da carioca, Armando Freitas Filho. Esta obra reúne os vo-lumes independentes do começo da carreira aos livros póstumos da autora.

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13

set
2016

[Resenha] Só Garotos – Patti Smith

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Título: Só Garotos
Autor: Patti Smith
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas: 280
Ano de Publicação: 2010
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Crescida numa família modesta de Nova Jersey, Patti Smith trabalhou em uma fábrica e entregou seu primeiro filho para adoção, antes de se mandar para Nova York, com vinte anos, um livro de Rimbaud na mala e nada no bolso. Era o final dos anos 1960, e Patti teve de se virar como pôde – morou nas ruas de Manhattan, dividiu comida com um mendigo, trabalhou e dormiu em livrarias e até roubou os colegas de trabalho, enquanto conhecia boa parte dos aspirantes a artistas que partilhavam a atmosfera contestadora do ‘verão do amor’. Foi então que conheceu o rapaz de cachos bastos que seria sua primeira grande paixão – o futuro fotógrafo Robert Mapplethorpe, para quem Patti prometeu escrever este livro, antes que ele morresse de aids, em 1989. ‘Só Garotos’ é uma autobiografia nada convencional. Tendo como pano de fundo a história de amor entre Patti e Mapplethorpe, o livro é também um retrato confessional da contracultura americana dos anos 1970. Muitas vezes sem dinheiro e sem emprego, mas com disposição e talento, os dois viveram intensamente períodos de grandes transformações e revelações – até mesmo quando Robert assume ser gay ou quando suas imagens ousadas e polêmicas começam a ser reconhecidas e aclamadas pelo mundo da arte.

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