Arquivos Feminismo | Minha Vida Literária
08

mar
2016

[Diversos] Desafio: “Eu e as Mulheres da Literatura”

No Dia Internacional da Mulher, trago um post bastante especial: o desafio Eu e as Mulheres da Literatura, criado pelo blog Queria Estar Lendo.  A ideia é divulgar protagonistas e livros escritos por mulheres, de forma a mostrar o quanto essa literatura é vasta e distante da ideia de que “mulheres só escrevem romance”.

O desafio pode ser respondido diariamente ou todo de uma vez. Pode ser feito através de postagens nas redes sociais, no blog, através de fotos ou vídeos. O importante é que a hashtag #MulheresdaLiteratura seja utilizada para que os posts sejam encontrados!

Optei por respondê-lo de uma vez hoje, através de imagens. Vamos conferir?

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04

nov
2015

Delírios Sobre A Violência Contra A Mulher

Após a leitura de Delírio, de Lauren Oliver, fiz um post com minhas reflexões e o chamei de Delírios Após “Delírio”. Tive uma boa resposta dos leitores e, alguns, me pediram para “delirar” mais vezes.

 

Recentemente, li No Escuro, um thriller psicológico perturbador que trata, dentre outros assuntos, da violência contra a mulher e de relacionamentos abusivos. Coincidentemente, presenciei uma conversa entre duas mulheres no trem enquanto realizava a leitura da obra, o que despertou em mim diversas reflexões ligadas aos diferentes tipos de violência que acometem as mulheres.

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Próximas de mim, duas amigas – mulheres na faixa de seus 40 anos – conversavam e, em determinado momento, passaram a falar sobre empregos e as dificuldades econômicas enfrentadas pela população brasileira. Falaram, então, sobre uma amiga empresária, dona de uma loja, e sua atual decisão: a de parar de contratar mulheres. Segundo elas, os motivos para isso seriam: homens não fazem “corpo mole” no trabalho e, se necessário, fazem o trabalho pesado, como o de carregar caixas, além de “não ficarem fazendo fofoca e intriguinhas”; não faltam por “qualquer besteira” (palavras delas), e o exemplo de um motivo de falta dado por elas foi o cuidado aos filhos; e, por último, não é necessário pagar licença maternidade aos homens. Sendo assim, elas concordaram com a sábia decisão de que essa, além de eficiente, é também bastante econômica, e que infelizmente é preciso tomar medidas assim atualmente. “É assim que tem que ser.”

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Fonte: Literamaníaca

Foi impossível não me sentir revoltada. Já seria infinitamente triste ouvir isso da boca de um homem sobre a decisão de outro homem, mas envolver mulheres tornou tudo ainda pior, e mais urgente, para mim, a necessidade da criação de mais debates e de reflexões sobre nossa sociedade culturalmente machista e a importância do feminismo. Assim, decidi fazer esse post, compartilhando com vocês as reflexões despertadas por essa conversa que ouvi.

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16

out
2015

[Resenha] Capitolina, O Poder das Garotas, Vol. 1 – Várias Autoras

Capitolina capaTítulo: Capitolina – O poder das Garotas Vol. 1
Autor: Várias autoras
Editora: Seguinte
Número de Páginas: 191
Ano de Publicação: 2015
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Textos escritos e ilustrados por garotas que buscam representar todas as jovens, inclusive as que não se encaixam nos moldes tradicionais da adolescência A revista on-line Capitolina surgiu em 2014 como uma alternativa à mídia tradicional voltada ao público feminino adolescente. Sua proposta é criar um conteúdo colaborativo, inclusivo e livre de preconceitos, abordando temas como relacionamentos, feminismo, cinema, moda, games, viagens e muito mais. Esta edição reúne os melhores textos publicados em um ano de revista, além de vários artigos inéditos e atividades interativas, para que cada leitora também ajude a construir o livro. As jovens vão encontrar conselhos, dicas, reflexões, muito apoio e, principalmente, a sensação de que não estão sozinhas.

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07

nov
2014

[Resenha] Eu Sou Malala – Malala Yousafzai com Christina Lamb

Eu Sou MalalaTítulo: Eu Sou Malala
Autor: Malala Yousafzai- com Christina Lamb
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas:  344
Ano de Publicação: 2013
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Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, uma menina levantou a voz. Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou pelo seu direito à educação. Mas em 9 de outubro de 2012, uma terça-feira, ela quase pagou o preço com a vida. Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus no qual voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria. Mas a recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para as salas das Nações Unidas em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e a candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz. Eu sou Malala é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que valoriza filhos homens. O livro acompanha a infância da garota no Paquistão, os primeiros anos de vida escolar, as asperezas da vida numa região marcada pela desigualdade social, as belezas do deserto e as trevas da vida sob o Talibã. Escrito em parceria com a jornalista britânica Christina Lamb, este livro é uma janela para a singularidade poderosa de uma menina cheia de brio e talento, mas também para um universo religioso e cultural cheio de interdições e particularidades, muitas vezes incompreendido pelo Ocidente. “Sentar numa cadeira, ler meus livros rodeada pelos meus amigos é um direito meu”, ela diz numa das últimas passagens do livro. A história de Malala renova a crença na capacidade de uma pessoa de inspirar e modificar o mundo.

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09

out
2014

[Resenha] Americanah – Chimamanda Ngozi Adichie

americanahcapa
Título: Americanah
Autor: Chimamanda Ngozi Adichie
Editora: Companhia das Letras
Número de Páginas:  520
Ano de Publicação: 2014
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Lagos, anos 1990. Enquanto Ifemelu e Obinze vivem o idílio do primeiro amor, a Nigéria enfrenta tempos sombrios sob um governo militar. Em busca de alternativas às universidades nacionais, paralisadas por sucessivas greves, a jovem Ifemelu muda-se para os Estados Unidos. Ao mesmo tempo que se destaca no meio acadêmico, ela se depara pela primeira vez com a questão racial e com as agruras da vida de imigrante, mulher e negra. Quinze anos mais tarde, Ifemelu é uma blogueira aclamada nos Estados Unidos, mas o tempo e o sucesso não atenuaram o apego à sua terra natal, tampouco anularam sua ligação com Obinze. Quando ela volta para a Nigéria, terá de encontrar seu lugar num país muito diferente do que deixou e na vida de seu companheiro de adolescência. Chimamanda Ngozi Adichie parte de uma história de amor para debater questões prementes e universais como imigração, preconceito racial e desigualdade de gênero.

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20

jun
2014

[Resenha] Olympe de Gouges – Catel e Bocquet

OLYMPE_DE_GOUGES_1396634971PTítulo: Olympe de Gouges
Autor: Catel Muller; José-Louis Bocquet
Editora: Galera Record
Número de Páginas:  488
Ano de Publicação: 2014
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Em Montauban de 1748, nasce Marie Gouze, criada sob as convenções da França setecentista. Aos 18 anos, mãe e viúva, se vê livre para expressar suas ideias e adota o pseudônimo Olympe de Gouges. Anos depois se muda para Paris, onde participará ativamente da vida política e cultural. Fiel leitora de Rousseau, inspiradas pelas ideias libertárias da França pré-revolucionária, Olympe se dedica intensamente à escrita – atividade que levaria até os últimos dias de sua vida e que a causaria muitos problemas. Conquistou inimizades e escandalizou os mais conservadores, porém jamais deixou de defender seus ideais libertários. Em 1791, redigiu a Declaração dos direitos da mulher e da cidadã, reivindicando a igualdade entre os sexos e o direito ao voto. Com muita beleza, esta graphic novel conta a trajetória de uma mulher que carimbou seu nome na história da Revolução Francesa. Dos consagrados quadrinistas José-Louis Bocquet e Catel Muller, a HQ retrata através de belos traços os incríveis cenários e personalidades da França do século XVIII. • José-Louis Bocquet e Cat Muller são autores da graphic novel Kiki de Montparnasse, também publicada pela Editora Record e vencedora do Grand Prix RTL de Comic Strip e do Essentiel Fnac-SNCF (Angoulême 2008).

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